Krilla Tradicional

Krilla

Krilla originário do oceano antártico com astaxantina natural composição fosfolipídica fonte de ômega 3

KRILLA TEM:​

Astaxantina Natural
Alta Concentração de Fosfolipídios
Fonte Superior de ômega 3
Selo de Pesca sustentável
Maior Conforto Digestivo
Melhor Absorção e Aproveitamento no Organismo
Puro óleo de Krilla (Euphasia Superba) 

KRILLA NÃO TEM:​

Não Contém Aditivos Artificiais
Não contém Glúten
Dispensa a Necessidade de Alta Dosagem
Não Contém Conservantes
Não Contém Contaminantes
Não Contém Metais pesados
Não Contém Astaxantina Sintética

Se Liga no Krilla

Óleo de Krill ou óleo de Peixe?!

O ômega-3 do krill difere do proveniente dos peixes por possuir uma absorção mais eficiente, o que significa que é possível obter resultados semelhantes com a ingestão de menor quantidade para obter o mesmo resultado. Os pacientes, para efetivamente receberem as doses validadas na literatura científica de ômega-3 proveniente do peixe ou outras fontes diferente do Krill, precisam ingerir de quatro a oito cápsulas diariamente. Com o óleo proveniente do krill, as doses podem ser reduzidas em até 60% por sua base ser fosfolipídica.

Saiba mais sobre o Krilla

O QUE É O KRILLA?

Krilla é um óleo extraído do krill, um crustáceo originado de águas remotas e geladas da superfície do Oceano Antártico que possui ômega 3 naturalmente

O QUE FAZ O ÓLEO DE KRILL SER DIFERENTE DO ÓLEO DE PEIXE ?

O óleo de Krill contém fosfolipídeos, que são moléculas ligadas ao Ômega 3 capazes de se misturarem tanto no meio hídrico quanto no meio lipídico, o que torna o Krilla fácil de ser solubilizado no conteúdo estomacal.

O óleo de peixe, ao contrário, não possui fosfolipídeos em sua composição, mas sim triglicerídeos que é um ácido graxo hidrofóbico, ou seja, que não se mistura em água, o que dificulta a sua solubilidade ao conteúdo estomacal

QUAL A DOSAGEM RECOMENDADA DE KRILLA ?

Recomendamos o consumo de 1 à 2 cápsulas de Krilla por dia, para serem ingeridas com líquido.

O ÓLEO DE KRILL É UMA BOA FONTE DE ÔMEGA 3?

O óleo de Krill é complexado naturalmente com fosfolipídeos e astaxantinas trazendo mais estes benefícios em seu consumo.

O CONSUMO DO KRILLA PREJUDICA O MEIO AMBIENTE ?

Não. Porque a pesca de Krill é monitorada pela CCAMLR(Commission for the Conservation of Antarctic Marine Living Resources – A Convenção para Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos), comissão que faz parte do sistema do Tratado da Antártica que tem por objetivo conservar a vida marinha no Oceano Antártico.

É A MESMA DOSAGEM RECOMENDADA PARA TODOS ?

Não, Recomendamos o consumo de 1 à 2 cápsulas de Krilla por dia, para serem ingeridas com líquido, para Krilla CoQ10, Krilla Hyaluronic e Krilla tradicional para o Krilla Mega3 Recomendamos o consumo de 2 à 4 cápsulas de Krilla por dia

Krilla 500MG – 60 cps

R$172,68

Fonte Superior de Ômega 3, extraído do Crustaceo Euphausia Superba que habita as águas puras do oceano antártico. Krilla naturalmente vem da natureza combinado com fosfolipídeos e astaxantina, que atuam, na prevenção cardiovascular, diminuição dos sintomas da TPM e Menopausa, redução das dores da Artrose e Artrite e melhora signi cativa da memória. Krilla é o primeiro e único Ômega 3 Bioidêntico..

Em estoque

Krilla Mega 3

Krilla Mega 3

Krilla Mega 3 com 3x mais EPA e DHA

Krilla Mega 3 é um blend especial de Krilla e óleo de peixe, com alto teor de EPA e DHA

KRILLA TEM:​

Astaxantina Natural
Alta Concentração de Fosfolipídios
Fonte Superior de ômega 3
Selo de Pesca sustentável
Maior Conforto Digestivo
Melhor Absorção e Aproveitamento no Organismo
Puro óleo de Krilla (Euphasia Superba) 

KRILLA NÃO TEM:​

Não Contém Aditivos Artificiais
Não contém Glúten
Dispensa a Necessidade de Alta Dosagem
Não Contém Conservantes
Não Contém Contaminantes
Não Contém Metais pesados
Não Contém Astaxantina Sintética

Se Liga no Krilla

Óleo de Krill ou óleo de Peixe?!

O ômega-3 do krill difere do proveniente dos peixes por possuir uma absorção mais eficiente, o que significa que é possível obter resultados semelhantes com a ingestão de menor quantidade para obter o mesmo resultado. Os pacientes, para efetivamente receberem as doses validadas na literatura científica de ômega-3 proveniente do peixe ou outras fontes diferente do Krill, precisam ingerir de quatro a oito cápsulas diariamente. Com o óleo proveniente do krill, as doses podem ser reduzidas em até 60% por sua base ser fosfolipídica.

Saiba mais sobre o Krilla

O QUE É O KRILLA?

Krilla é um óleo extraído do krill, um crustáceo originado de águas remotas e geladas da superfície do Oceano Antártico que possui ômega 3 naturalmente

O QUE FAZ O ÓLEO DE KRILL SER DIFERENTE DO ÓLEO DE PEIXE ?

O óleo de Krill contém fosfolipídeos, que são moléculas ligadas ao Ômega 3 capazes de se misturarem tanto no meio hídrico quanto no meio lipídico, o que torna o Krilla fácil de ser solubilizado no conteúdo estomacal.

O óleo de peixe, ao contrário, não possui fosfolipídeos em sua composição, mas sim triglicerídeos que é um ácido graxo hidrofóbico, ou seja, que não se mistura em água, o que dificulta a sua solubilidade ao conteúdo estomacal

QUAL A DOSAGEM RECOMENDADA DE KRILLA ?

Recomendamos o consumo de 1 à 2 cápsulas de Krilla por dia, para serem ingeridas com líquido.

O ÓLEO DE KRILL É UMA BOA FONTE DE ÔMEGA 3?

O óleo de Krill é complexado naturalmente com fosfolipídeos e astaxantinas trazendo mais estes benefícios em seu consumo.

O CONSUMO DO KRILLA PREJUDICA O MEIO AMBIENTE ?

Não. Porque a pesca de Krill é monitorada pela CCAMLR(Commission for the Conservation of Antarctic Marine Living Resources – A Convenção para Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos), comissão que faz parte do sistema do Tratado da Antártica que tem por objetivo conservar a vida marinha no Oceano Antártico.

É A MESMA DOSAGEM RECOMENDADA PARA TODOS ?

Não, Recomendamos o consumo de 1 à 2 cápsulas de Krilla por dia, para serem ingeridas com líquido, para Krilla CoQ10, Krilla Hyaluronic e Krilla tradicional para o Krilla Mega3 Recomendamos o consumo de 2 à 4 cápsulas de Krilla por dia

Krilla Mega 3 500MG – 60 cps

R$107,88

KRILLA MEGA 3 – 60 CÁPSULAS

É um Blend Especial de Krilla e Óleo de Peixe com Alto Teor de EPA e DHA com 3X mais EPA e DHA.

O EPA é um nutriente que ajuda a manter os triglicerídeos em níveis saudáveis, favorecendo a saúde cardiovascular e prevenindo problemas circulatórios, entre outras ações no organismo.

As ações do DHA no organismo estão principalmente ligadas ao cérebro e às funções cognitivas.

Krilla Mega 3 sinergiza o óleo de krill com o óleo de peixe, tornando a absorção do Ômega 3 ainda maior.

Vitamina D

VITAMINA D

A vitamina D é essencial nas funções relacionadas a imunidade 
e ao metabolismo ósseo, também estar relacionada na
fisiopatogênese de diversas doenças.

Vitamina D, é livre de:

%

Glúten

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Lactose

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Açúcar

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Aromas artificiais

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Corantes artificiais

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Adoçantes artificiais

Vitamina D com 1000ui por gota,
15ml = 300.000ui

vitamina d e imunidade

Quando se fala em imunidade, destaca-se o papel da vitamina D, sobretudo na regulação das células de defesa, como linfócitos, neutrófilos e monócitos. Em evidências atuais, destaca-se sua função importante na redução do risco de infecções respiratórias, especialmente de origem viral. O seu benefício pode se atribuído, ainda, ao combate de danos pulmonares provocados por quadros inflamatórios. Sua carência pode ser um agravante significativo para reduzir as defesas imunológicas e potencializar os efeitos e sintomas associados a infecções.

Vitamina D, Álcool gel 

e  máscara lavável

 

Vitamina D e Crianças e adolescentes.

Em crianças, um dos principais benefícios de suplementação da vitamina D é evitar o raquitismo, que é a fase avançada do estado de deficiência entre as crianças em crescimento. O consumo de vitamina faz se necessário ao longo de toda a vida sendo indicado desde ao uso pediátrico ao geriátrico, com o intuito de minimizar o aparecimento de doenças relacionadas a sua ausência.

Vitamina D e doenças auto imunes.

A função da vitamina é desviar a função imunológica no processo anti-inflamatório, onde a forma ativa da vitamina passa a diminuir as citocinas inflamatórias como IL-2, TNF – α e IFN – γ e aumenta TGF – β1 (anti-inflamatória) após suplementação em um período mínimo de 6 meses.

Vitamina D e Obesidade

Várias evidências científicas apontam para que uma possível causa dos valores baixos de 25 (OH)D em indivíduos obesos seja o depósito de vitamina D nos adipócitos, que conduz a uma diminuição da sua biodisponibilidade e consequentemente a uma ativação do hipotálamo para a realização de uma série de reações que conduzem a um aumento da sensação de fome e diminuição do gasto energético.

Vitamina D e Diabetes mellitus.

Está demonstrado que o calcitriol modula a síntese e secreção de insulina, no diabetes tipo 2, regulando também a expressão do gene do receptor da insulina.

Vitamina D e Atletas.

A suplementação de Vitamina D é comumente utilizada para o tratamento de atletas pós traumático em lesões musculares, através da possibilidade do transporte do cálcio para o interior da célula pois a vitamina D tem um papel de mediador entre as membranas, sendo independente da realização de síntese proteica, Acentua contração muscular, realizando  a ativação de segundos mensageiros a fosforilação de proteínas intracelulares

Vitamina D e Risco de Quedas/Fraturas

A deficiência em vitamina D, bem como a suplementação, são aspetos muito correlacionados com alterações positivas ou negativas ao nível neuromuscular e consequentemente com um maior/menor risco de quedas/fraturas, principalmente em idosos.

Vitamina D e câncer.

Dados de estudos de laboratório e testes em animais sugerem mecanismos pelos quais a vitamina D poderia inibir a carcinogênese e retardar a progressão tumoral, incluindo promoção da diferenciação celular, inibição da proliferação de células cancerígenas e efeitos anti-inflamatórios, imunomoduladores, pró apoptóticos e antiangiogênicos, levantando à hipótese, que, a vitamina D poderia diminuir a capacidade de invasão tumoral e a propensão a metástases, o que levaria a uma taxa reduzida de morte por câncer.

Vitamina D 15mL – 1.000UI por gota

R$79,90

A Vitamina em gotas Pholias contém 1mil UI por gota, dessa forma torna fácil tomar a quantidade certa de vitamina D. Pode ser tomada desde crianças até idosos.

Outra grande vantagem é que não tem sabor, mesmo aquelas crianças mais resistentes não vão reclamar quando tomarem uma gotinha de Vitamina D Pholias, um frasco é o suficiente para toda a família já que contém 300 gotas.

Em estoque

Referências 

1-Lips P. Vitamin D deficiency and secondary hyperparathyroidism in the elderly: consequences for bone loss and fractures and therapeutic implications. Endocr Rev. 2001;22(4):477-501. [ Links ]
2- .Holick MF. Vitamin D deficiency. N Engl J Med. 2007;357(3):266-281. [ Links ]
3-Maeda et.al, Recomendações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) para o diagnóstico e tratamento da hipovitaminose D – Brasileira de Metabologia e Endocrinologia. Arq Bras Endocrinol Metab. 2014;58/5
4-Schuch, N. J., Garcia, V. C. & Martini, L. A. (2009). Vitamina D e doenças endocrinometabólicas. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, 53 (5), pp. 625-633
5- Pedrosa, Márcia A. Carneiro; CASTRO, Marise Lazaretti. Papel da vitamina D na função neuro-muscular.Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo ,v. 49,. 4,p. 495-502, Aug. 2005 .
6-Santos, A. (2011). Papel da vitamina D no risco cardiovascular. Revista Factores de Risco, 23, 18-23.

7-Pereira, F., E & Almeida, M. (2008). Vitamina D: Uma verdadeira hormona. Nutrícias, 8, pp. 42-47.

8-Sun, X. & Zemel, M. B. (2008). 1,25-Dihydroxyvitamin D and corticosteroid regulate adipocyte nuclear vitamin D receptor. International Journal of Obesity, 32 (8), pp. 13051311
9-ALVES, B. A. C; ANGELONI, R. V; AZZALIS, L. A; PEREIRA, E. C; PERAZZO, F. F; ROSA, P. C. P; FEDER, David; JUNQUEIRA, V. B. C; FONSECA, F. L. A. Esclerose Múltipla: revisão dos principais tratamentos da doença. Saúde e Meio Ambiente: revisão interdisciplinar, v. 3, n. 2, p. 19-34, 2014. Disponível em: < http://www.periodicos.unc.br/index.php/sma/article/view/542 > Acessado em: 06/11/2016.
10-GOMES, Fernanda; ALMEIDA, J. F; TELES, M. J. Vitamina D – Uma promessa na Esclerose Múltipla. Sociedade Portuguesa de Neurologia, v. 13, n. 2, p. 11-13, 2013. Disponível em: < http://www.spnc.pt/files/Publications/Sinapse_V13N2.pdf#page=11 > Acessado em: 01/05/2016.
11-MATIAS, F. G. G. Vitamina D e Esclerose Múltipla, 2009. Dissertação (Mestrado em Medicina) – Universidade de Coimbra, 2009.
12-Lichtenstein, A. et al. (2013). Vitamina D: ações extraósseas e uso racional. Revista da Associação Médica Brasileira, 59 (5), pp. 495-506
13-Pedrosa, M. A. C., E & Castro, M. L. (2005). Papel da vitamina D na função neuromuscular. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, 49 (4), pp. 495-502.
14-Bischoff, H. A. et al. (2003). Effects of Vitamin D and Calcium Supplementation on Falls: A Randomized Controlled Trial. Journal of Bone and Mineral Research, 18 (2), pp.343-351.
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16-Casey CF, Slawson DC, Neal LR. Vitamin D supplementation in infants, children, and adolescents.  American Family Physician. Volume 81, Number 6, 2010. Disponível em: http://www.aafp.org/afp/2010/0315/p745.html

https://medlineplus.gov/druginfo/natural/313.html

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